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Mulheres continuam sendo as principais vítimas, e agora não só dos maridos e companheiros


Foto: Divulgação
Dados do Observatório da União de Mulheres Alternativa e Resposta (Umar) contabilizaram, a partir dos casos divulgados na imprensa, que os registros de violência doméstica no país, nos últimos dez anos, cresceram bastante e ficaram mais graves. Conforme o estudo, os primeiros oito meses de 2008 indicaram que as vítimas e os agressores foram de idades etárias mais novas.

Ainda de acordo com a pesquisa, as mulheres continuam sendo as principais vítimas, e agora não só dos maridos e companheiros, mas também dos “ex”, na maioria dos casos, pela não aceitação de um pedido de divórcio ou até o fim de um namoro. A Anistia Internacional (AI) comprovou que 70% dos assassinatos de mulheres que acontecem no mundo são cometidos por seus namorados ou maridos. Nem mesmo países desenvolvidos, como a Inglaterra, está livre da violência entre os casais – pelo menos duas mulheres são mortas por semana pelos parceiros.

Álcool, o grande vilão
O psiquiatra forense Eduardo Henrique Teixeira, da PUC de Campinas (SP) – e que realizou pesquisa no manicômio judiciário da Casa de Custódia de Franco da Rocha –, observou, durante o exercício de sua profissão, que a maioria dos crimes domésticos envolve o consumo de drogas e, principalmente, de álcool. “A bebida é um grande causador de conflitos, pois facilita o comportamento agressivo e delirante. Ela é socialmente aceita, mas sobre o seu efeito, as pessoas podem ficar fora de si e são capazes de cometer atos violentos que não praticariam se estivessem sóbrias”.

Educação cristã
Voltando aos planos de Deus para a família, “célula primeira e vital da sociedade”, percebe-se, desde os primórdios, o valor à educação cristã, à preservação de valores familiares e à submissão a Deus, como na história de Israel. Pais que tinham o temor ao Senhor abençoavam a sua família, mas aqueles que negligenciavam a comunhão com Ele recebiam a devida punição. Assim também é percebido nos dias atuais, onde pais e filhos são tementes a Deus e a violência doméstica não existe.
Fonte: Revista Plenitude
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