Um novo conceito em notícias!
» canais
cultura e arte política cidades vida e saúde tecnologia mulher homem culinária esporte educação reflexão economia brasil mundo Notícias em seu site Últimas Notícias fale conosco
» Enquete
Você gostaria que o Big Brother Brasil fosse retirado do ar?

Com certeza, tiraria do ar
Não, jamais
É um programa tão bom para passar o tempo





A | A

Ex-promotor Igor passa a noite em delegacia da zona norte de SP


Foto: Veja
O ex-promotor Igor Ferreira da Silva, condenado por ter matado em 1998 a mulher dele, Patrícia Aggio Longo, à época grávida de sete meses, passou a noite de segunda para esta terça-feira (20) na carceragem do 40º Distrito Policial, na Vila Santa Maria, na zona norte de São Paulo - A delegacia é a única da capital com celas para presos com nível superior.

Foragido há mais de oito anos, ele será levado para um presídio de Tremembé, a 147 km de São Paulo, onde estão presos Alexandre Nardoni, acusado de matar a filha Isabella, e Lindenberg Alves, acusado de assassinar a ex-namorada Eloá.

A Polícia Civil de São Paulo informou que o ex-promotor foi preso em uma rua da Vila Carrão, na zona leste da capital, após denúncia anônima por telefone. A delegada Adanzil Limonta, plantonista do 31º DP, disse que Igor está muito magro e abatido. Ele não resistiu à prisão. Nelson Silveira Guimarães, delegado titular da 5ª Seccional, afirmou ter ouvido de Igor que ele quer provar a inocência.

- Ele disse: Vou tentar provar minha inocência. Se não conseguir, é um carma que terei de cumprir.

O crime aconteceu em Atibaia, a 64 km de São Paulo. A advogada Patrícia Aggio Longo foi morta em 4 de junho de 1998, na estrada do condomínio Shangrilá. Ela estava com 27 anos. Longo morreu após receber tiros na cabeça. À época, exames comprovaram que os disparos foram feitos a cerca de 20 centímetros de distância.

Igor foi condenado pela morte da mulher em 18 de abril de 2001, quando não compareceu ao julgamento. O ex-promotor sempre sustentou que ele e a mulher foram vítimas de um criminoso que atirou nela e o levou como refém. Recursos foram feitos mas todos foram negados.

Em abril de 2005, ele perdeu o cargo de promotor após ação civil pública do Ministério Público de São Paulo. A promotora que atuou na acusação, Valderez Abud, afirmou que a prisão de Igor mostrou a independência do Ministério Público. Ela afirmou que as provas eram fortíssimas contra ele.
Fonte: R7
Indicar matéria Comentar Imprimir

Comentários enviados


Resolução Mínima de 1024x768 © Copyright 2008, Grupo Realiza
Página Inicial | Cultura e Arte| Política | Vida e Saúde | Tecnologia | Mulher | Homem| Culinária | Esporte | Educação | Economia | Mundo | Fale conosco | Notícias em seu site